Aproxima-se mais um período eleitoral para novo mandato dos órgãos autárquicos, ou seja das Juntas e Assembleia de Freguesia, mais executivo da Câmara e deliberativa Assembleia Municipal. Interessando aqui naturalmente tratar o tema no que respeita ao concelho de Felgueiras, na área da vila da Longra.
Estando assim prestes a chegar-se ao tempo em que os assuntos da terra mais são falados, pelo menos, prendem-se as atenções pelas questões da correspondente freguesia central, atendendo ao seguinte exercício decorrente da representatividade da autarquia local. Vindo a propósito, das eleições autárquicas/2009, um rememorando alusivo.
Ora, logo que levantar o verão, fica na mira essa premissa. Mas, antes disso, na actualidade, vem a talhe um vislumbre de memórias constantes dessa componente do quotidiano das populações, na expressão da identidade local que representou sempre o poder de decisão local.
Para o caso cingimo-nos à freguesia de Rande, obviamente, por ser da naturalidade e residência do signatário, fazendo-se uma retrospectiva apenas histórica, sem outros fins nem intenções, até porque o autor destas linhas não está integrado em quaisquer das candidaturas, que se perfilam no horizonte respectivo. Dando, por este meio, mais uma contribuição para o fortalecimento da mística conterrânea, nesta colaboração de quando em vez prestada a este local de encontro noticioso, sem com isto haver qualquer ligação à gestão do “blog” nem inerente comprometimento.
Desnecessário é recuar demasiado no tempo, porque o percurso das forças de representatividade local, seja o núcleo dos antigos Homens Bons da terra, seguintes Junta da Paróquia, Regedores e Junta de Freguesia, está tudo isso historiado no livro da monografia da região («Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras», publicado em 1997). Assim, pois, sabendo-se que, volvidas diversas situações nas sucessivas circunscrições administrativas por que passou, desde Honras, Julgados e Concelhos antes existentes e entretanto extintos, Rande passou a fazer parte do então refeito concelho de Felgueiras em 1853.
Estando assim prestes a chegar-se ao tempo em que os assuntos da terra mais são falados, pelo menos, prendem-se as atenções pelas questões da correspondente freguesia central, atendendo ao seguinte exercício decorrente da representatividade da autarquia local. Vindo a propósito, das eleições autárquicas/2009, um rememorando alusivo.
Ora, logo que levantar o verão, fica na mira essa premissa. Mas, antes disso, na actualidade, vem a talhe um vislumbre de memórias constantes dessa componente do quotidiano das populações, na expressão da identidade local que representou sempre o poder de decisão local.
Para o caso cingimo-nos à freguesia de Rande, obviamente, por ser da naturalidade e residência do signatário, fazendo-se uma retrospectiva apenas histórica, sem outros fins nem intenções, até porque o autor destas linhas não está integrado em quaisquer das candidaturas, que se perfilam no horizonte respectivo. Dando, por este meio, mais uma contribuição para o fortalecimento da mística conterrânea, nesta colaboração de quando em vez prestada a este local de encontro noticioso, sem com isto haver qualquer ligação à gestão do “blog” nem inerente comprometimento.
Desnecessário é recuar demasiado no tempo, porque o percurso das forças de representatividade local, seja o núcleo dos antigos Homens Bons da terra, seguintes Junta da Paróquia, Regedores e Junta de Freguesia, está tudo isso historiado no livro da monografia da região («Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras», publicado em 1997). Assim, pois, sabendo-se que, volvidas diversas situações nas sucessivas circunscrições administrativas por que passou, desde Honras, Julgados e Concelhos antes existentes e entretanto extintos, Rande passou a fazer parte do então refeito concelho de Felgueiras em 1853.

Entretanto, depois da divisão administrativa derivada à reforma liberal monárquica, em 1835 havia sido instituída legislação que instalou as Juntas da Paróquia, passando em 1840 a haver Regedores nomeados pelo governo. Até que, após a implantação da Republica, a Junta da Paróquia ficou a ser chamada de Junta de Freguesia, cuja oficialização ocorreu na prática por livro de actas iniciado em 1915 e teve código administrativo em 1918…
Assim sendo, vamos relembrar os presidentes da Junta de Freguesia a partir deste período (só não colocando os nomes dos restantes elementos para abreviar espaço, mas registados no referido livro):
Desde 1915 – Luís Gonçalves; 1916 – Abel Ribeiro Faria; 1918 – Comissão Administrativa (com Luís Sousa Teixeira, Henrique Barbosa Mendonça, Joaquim Lemos da Mota Amorim, António Sampaio e Luís Gonçalves); 1919 – Comissão Republicana (composta por José Xavier Pereira da Costa, Abel R. Faria, Adelino Pinto Sampaio Castro, António Marinho da Silva e João Barbosa de Babo); 1919 (Junta) – Henrique B. Mendonça; 1920 – Luís S. Teixeira; 1926 – Comissão Administrativa (com José Magalhães Côrte-Nova, João Dias Azevedo Sampaio e António Cunha Teixeira), 1928 – idem (c/ António C. Teixeira, José Maria Ferreira e José Costa Nogueira); 1932 – Luís S. Teixeira; e no mesmo ano (por doença do sr. L. Teixeira da Quinta) – António Sousa Gomes; 1945 – Adriano Ribeiro da Cunha (da Casa de Valdomar de cima): 1959 – António Ribeiro Macedo Guimarães; 1975 – Comissão Administrativa (formada por Joaquim Alberto Faria, António Manuel da Costa Pinto e João Hilário Dias); e (depois da 1ª eleição livre) a partir de 1977 – Joaquim Alberto Faria; 1983 – Adriano Ferreira Coelho; 1998 – Alberto da Silva Martins; 2002 – Victor Pedro da Costa Ribeiro.
Assim sendo, vamos relembrar os presidentes da Junta de Freguesia a partir deste período (só não colocando os nomes dos restantes elementos para abreviar espaço, mas registados no referido livro):
Desde 1915 – Luís Gonçalves; 1916 – Abel Ribeiro Faria; 1918 – Comissão Administrativa (com Luís Sousa Teixeira, Henrique Barbosa Mendonça, Joaquim Lemos da Mota Amorim, António Sampaio e Luís Gonçalves); 1919 – Comissão Republicana (composta por José Xavier Pereira da Costa, Abel R. Faria, Adelino Pinto Sampaio Castro, António Marinho da Silva e João Barbosa de Babo); 1919 (Junta) – Henrique B. Mendonça; 1920 – Luís S. Teixeira; 1926 – Comissão Administrativa (com José Magalhães Côrte-Nova, João Dias Azevedo Sampaio e António Cunha Teixeira), 1928 – idem (c/ António C. Teixeira, José Maria Ferreira e José Costa Nogueira); 1932 – Luís S. Teixeira; e no mesmo ano (por doença do sr. L. Teixeira da Quinta) – António Sousa Gomes; 1945 – Adriano Ribeiro da Cunha (da Casa de Valdomar de cima): 1959 – António Ribeiro Macedo Guimarães; 1975 – Comissão Administrativa (formada por Joaquim Alberto Faria, António Manuel da Costa Pinto e João Hilário Dias); e (depois da 1ª eleição livre) a partir de 1977 – Joaquim Alberto Faria; 1983 – Adriano Ferreira Coelho; 1998 – Alberto da Silva Martins; 2002 – Victor Pedro da Costa Ribeiro.

Posto isso, relembra-se algo possível (de material guardado pelo autor deste artigo, desde que começaram a ser distribuídos prospectos impressos), como recordação das eleições decorridas nas últimas décadas, inserindo os manifestos eleitorais das candidaturas vencedoras, com os inerentes programas de obras e intenções dos sucessivos exercícios de permeio decorridos.
( CLICAR SOBRE AS IMAGENS PARA AMPLIAR )
Panfleto referente à eleição autárquica em Rande, realizada em Dezembro de 1982, para o mandato iniciado em 1983.
Idem – Eleição de Dezembro de 1985


Da eleição de 1989
Eleição de 1993

© ARMANDO PINTO



















