sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

NÚMEROS DE POLÍCIA NA LONGRA – FELGUEIRAS

Porque datas há que devem ser fixadas, quando se faz História de algo, tem de se anotar este mês de Fevereiro de 2009 como tempo da atribuição oficial dos números de polícia às casas da Vila da Longra: Quanto à História e Cronologia da nossa Longra.

Em tempos recuados, à época da existência da Associação Pró-Longra, as ruas da então Povoação da Longra chegaram a ter um nome respectivo, cada qual, e as portas das casas estiveram numeradas. Particularidade que depois se perdeu, nas transformações do tempo – conforme está historiada no livro da colectiva memória local, de onde se respiga uma gravura coeva, na pertinência do caso.



Aspecto parcial do Largo da Longra, ainda de terra batida, em tempos dum primitivo táxi da localidade - vendo-se partes da casa da Loja da Ramadinha e da casa do antigo Correio, muito antes da construção do fontanário (foto da colecção particular do autor e constante do livro “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”)…

Chegados tempos presentes, depois de longas eras mediadas, há finalmente uma retoma dessas características.

Como foi do conhecimento público, decorreu durante o ano de 2008 a inscrição para a requisição dos chamados números de polícia, ou seja da numeração para identificação postal, vulgo números das portas. A lei exige, há muito, que todos os edifícios sejam identificados por um respectivo número, mas isso era coisa que por estas bandas nem falada era, salvo conhecidas excepções, a par com a falta de toponímia (nomes de ruas). Finalmente, o ano passado a Câmara resolveu fazer a conhecida campanha, por via da respectiva incumbência através das Juntas de Freguesia, e então o processo teve andamento. Agora (como é do domínio público, visto terem sido recepcionadas cartas alusivas esta semana, pela maioria das pessoas), chegaram, por correio, as comunicações aos proprietários das casas da região, dando conta do número de cada qual.

Em virtude da referida comunicação indicar o prazo de um mês para a inerente colocação, em Março deverá já estar patente na Longra significativa quantidade dos correspondentes números das portas – sendo então, assim e portanto, o próximo mês de Março ocasião digna de registo, de tal facto. Apenas ficando a faltar, por ora, a colocação de placas com os nomes das ruas, para que se saiba, efectivamente, a que local corresponde quaisquer dos números de identificação.

Embora a custo, como diz o povo sobre habitual demora a chegar, algum progresso tende a chegar também a esta zona, por fim. Esperando-se que as ruas não fiquem anónimas muito mais tempo, senão os números não terão a devida utilidade prática.

© ARMANDO PINTO

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

INÁCIO RIBEIRO NUM DEBATE NA PORTO CANAL

Inácio Ribeiro, presidente da Associação Empresarial de Felgueiras num debate sobre a crise no sector do calçado na Porto canal.
Veja os vídeos do debate.

Clique sobre a imagem

sábado, 14 de fevereiro de 2009

FOLIA DO CARNAVAL É NA VILA DA LONGRA | FELGUEIRAS

Reveja o vídeo do Carnaval da Vila da Longra 2008


No próximo dia 24 de Fevereiro, terça-feira de Carnaval, a Vila da Longra recebe o que é considerado o maior Carnaval do concelho de Felgueiras.
Tal como outros anos, o corso carnavalesco promete trazer milhares de pessoas à Vila da Longra, para assistir à passagem de vários carros alegóricos, bem como, dezenas de foliões que prometem apimentar os visitantes com críticas da actualidade.
Este ano, a organização decidiu voltar a apostar no concurso de mascarados, para assim chamar mais e melhores participantes no corso carnavalesco. Os interessados podem inscrever-se através do seguinte e-mail:
casadopovodalongra@sapo.pt

Programa:

15h00 – Corso Carnavalesco (saída da Zona industrial)
20h00 – Testamento e Enterro do Entrudo (Casa do Povo da Longra)
Entrega dos prémios do concurso

domingo, 8 de fevereiro de 2009

GILBERTO GUIMARÃES EM "GENTE NOSSA" | SEMANÁRIO DE FELGUEIRAS

Gilberto Rui Pinto Guimarães
32 anos
Trabalhador (Farmacêutico em Farmácia Comunitária) e Estudante (Medicina na UMinho)

Como é que surgiu na tua vida a licenciatura em Farmácia?
Na altura em que terminei o Secundário, em 1994, pretendia ingressar na Universidade, e não possuía na altura uma afinidade muito marcada para com nenhuma licenciatura em particular. Pretendia apenas tirar um Curso na área das Ciências Biológicas, que sempre me fascinaram, e na cidade do Porto, com a qual me identificava bastante. Assim, decidi concorrer a alguns Cursos, com os quais achava que teria uma maior ligação, tendo escolhido em 2º lugar a Licenciatura em Ciências Farmacêuticas. Em 1º lugar, ficou Medicina – não porque na altura achasse que seria a opção com a qual eu me iria sentir mais realizado, mas porque acredito que se criou o mito de que um “bom aluno” não deve perder essa oportunidade –, no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), onde acabei por não entrar, tendo Biologia e Química sido as minhas duas outras opções.

Depois desta licenciatura, segue-se a de Medicina. É realmente o que gostas?
Agora que consigo ver a área onde me insiro – a da Saúde – com mais clareza, faz todo o sentido e é sem dúvida um conhecimento que me completa. Depois de fazer a Licenciatura em Ciências Farmacêuticas e de começar a trabalhar, quer como Farmacêutico, em Farmácia Comunitária, na Farmácia Helena Freitas, na Longra, quer como docente, no Ensino Superior, no Instituto Jean Piaget, senti que o Curso de Medicina poderia complementar tudo o que já tinha aprendido e dar-me também uma nova e diferente possibilidade de futuro profissional, que, de outra forma, seria muito dificilmente concretizável. Agora que me encontro a fazê-lo, sinto-me mais motivado que nunca, não só pela boa adaptação, mas também pelo forte apoio que tenho tido por parte das pessoas que me são mais próximas.

Como tens conciliado o trabalho com os estudos?
A verdade é que não tem sido tão difícil como de início esperava. Claro que tive que abdicar de algumas coisas, tendo inclusive deixado de leccionar e começado a trabalhar em part-time na Farmácia Comunitária, mas o facto de a Dra. Helena Freitas, proprietária da Farmácia Helena Freitas onde me encontro a trabalhar, me ter dado todo o seu apoio e disponibilizado um horário muito flexível, permitiu que eu pudesse conciliar as duas coisas. Claro que ainda falta muito tempo e não será apenas com a bondade de pessoas como a da Dra. Helena Freitas que eu finalizarei esta nova etapa da minha vida. Sei que ainda tenho de passar por bastantes sacrifícios, mas estou preparado para os enfrentar.

Dentro da Medicina, tens alguma área ou especialidade predilecta?
Ainda é muito cedo para abordar esse tópico. Existem, sim, algumas áreas em que eu não pretendo ingressar. Quanto às outras, provavelmente a minha evolução em termos de estágios e “simpatia” por cada área irão determinar no futuro quais as minhas especialidades predilectas. Claro que tudo isto também estará condicionado ao facto de no final da Licenciatura termos que efectuar um exame de acesso à Especialidade, e em função da minha nota e das vagas disponíveis poder encontrar uma Especialidade de que goste.


PERFIL

O que te desanima
? Algumas pessoas.
O que te dá força? As pessoas que não me desanimam.
Quais são os teus autores preferidos? Portugueses: Fernando Pessoa, com o fantástico “Poesias de Álvaro de Campos”; e José Saramago (li poucos livros deste autor, mas adorei os que li).
Estrangeiros: Charles Dickens (o meu escritor de eleição), com o seu fabuloso “Grandes Esperanças”; Júlio Verne (todas as suas obras); Edgar Allan Poe; H. G. Wells; Bram Stoker; e Sir Arthur Conan Doyle.

Músicos? Pink Floyd (a minha banda de eleição), Mariza, Rodrigo Leão, Madredeus, U2, Cranberries, Enya, James, R.E.M., Radiohead, Dead Can Dance, Cocteau Twins, Enigma e Bruce Springsteen.

Actores? Não tenho actores preferidos, mas tenho realizadores: Irmãos Coen (“Fargo”), Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”), George Lucas (“A Guerra das Estrelas”), Night Sayamalan (“O Sexto Sentido”, “A Vila”, “A Senhora das Águas” e “O Acontecimento”), Danny Boyle (“Trainspotting” e “28 Dias Depois”) e Clint Eastwood (“Million Dollar Baby”, “
Flags of Our Fathers” e “Letters from Iwo Jima”).

Personagem da História que mais admiras? Leonardo da Vinci, por ter tudo o que eu mais admiro: uma enorme sapiência acerca de muita coisa.
Quem são os teus heróis na vida real? Algumas das pessoas que conheço: os meus pais, a companheira da minha vida, o meu irmão e os meus amigos.
Qual a característica mais importante num homem? Duas: a honestidade e a humildade.
E num amigo/a? Também duas: a lealdade e a sinceridade.
Qual a tua maior qualidade? A minha solicitude.
E defeito? Também a minha solicitude (defeito especialmente para mim mesmo, porque às vezes não sei dizer não).
Que talento natural gostarias de ter? Dois: Saber desenhar e pintar, e também tocar violino.
Que outra profissão, para além da tua, gostarias de experimentar? Ser pescador de alto mar (em traineiras). E ainda não perdi a esperança.
Onde gostarias de viver? Gosto muito do Porto, mas também de muitas localidades no interior de Portugal (exemplo: Ponte de Lima).
Quais as tuas férias de sonho? Uma viagem ao Peru e à Nova Zelândia.
Prato e bebida preferida? Prato: Polvo à lagareiro.
Bebida: um bom vinho tinto.
Qual a tua ideia de felicidade terrena? Não tenho. Se tivesse e a realizasse, teria que encontrar outra, mas contribuiria muito se o mundo fosse mais solidário.
Vais votar nas próximas eleições autárquicas? Sim. Voto sempre. Assim, nunca me pesa na consciência não tentar mudar o que acho que está mal.
E nas Legislativas? Sim, pelos mesmos motivos referidos nas Autárquicas.


domingo, 1 de fevereiro de 2009

CARLOS MEMDES EM "GENTE NOSSA" | SEMANÁRIO DE FELGUEIRAS

Carlos Mendes
42 Anos
Treinador de Atletisto

O que sentiu ao ser considerado recentemente o melhor treinador de atletismo da região norte pelo INDESP – Instituto do Desporto Português?
Uma grande alegria, como é evidente. É fruto de muitos anos de trabalho e da dedicação das direcções da União Desportiva de Várzea bem como dos seus atletas do passado e actuais.

Gosta do que faz?
Sim. Se pudesse era treinador a tempo inteiro.

É treinador há quantos anos?
Há 24 anos! Desde os 18 anos. Comecei na Associação Desportiva da Pedreira. Desde 1993 que estou ao serviço da União Desportiva de Várzea.

Pelas suas mãos já passaram muitos campeões?
Sim, vários. Helena Sampaio, Nelson Magalhães, Estela Melo, Doroteia Peixoto, no passado. Na actualidade, Daniela Cunha, Catarina Lima, Paulo Lopes, Rui Pinto, Marisa Ferreira, Eugénia Peixoto, Filipa Dias, Catarina Gonçalves, Marisa Ferreira, Cátia Dias, entre outros.

E títulos?
Muitos, colectivos e individuais.
Dos quais destaca...
Em 1999, fomos campeões nacionais juvenis femininos, em 200, terceiro lugar em juvenis femininos, em 2001, vice-campeões em juvenis masculinos, em 2005 e 2006, campeões nacionais de juvenis femininos, em 2007, campeões em juniores femininos.
Em termos individuais, Helena Sampaio (campeã nacional juvenis em corta-mato, campeã nacional dos 3000 metros e campeã nacional de juniores em corta-mato. Destaco ainda, Doroteia Peixoto, campeã nacional de sub-23 300 metros e Daniela Cunha, vice-campeã nacional em 2005 de corta-mato em juvenis, sendo campeã nacional de juvenis em 2006 e campeã nacional de juniores em 2007.
Rui Pinto, vice-campeão nacional de juvenis e campeão nacional de pista 3000 metros, bem como campeão nacional de pista coberta nos 1500 e 3000 metros em 2008.
Portanto, são vários títulos nacionais quer individuais quer colectivos

Perfil

O que te desanima? Não ter tempo para fazer muitas coisas que gostaria
O que te dá força? A minha família
Quais são os teu autores preferidos? Não tenho autores preferidos
Músicos? Nenhum em especial, gosto de música calma, suave…
Actores? Não tenho actores de eleição
Personagem da História que mais admiras? Carlos Lopes
Qual a característica mais importante num homem? Ser compreensivo
E, num amigo? Saber ouvir
Qual a tua maior qualidade? Humildade e compreensão
E, defeito? Obstinação
Que talento natural gostarias de ter? Gosto de ser como sou
Que outra profissão, para além da tua, gostarias de experimentar? Nenhuma, apenas gostaria de treinar a tempo inteiro
Onde gostarias de viver? Gosto de viver onde vivo, na Pedreira
Quais as tuas férias de sonho? Não tenho nenhuma preferência pelo local das férias
Prato e bebida preferida? Cabrito assado e vinho tinto
Qual a tua ideia de felicidade terrena? Saúde, paz e estar próximo de quem me ama
Vais votar nas próximas eleições autárquicas? Sim
E nas Legislativas? Também

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

PRESIDENTE DA JUNTA DE PEDREIRA NÃO SE RECANDIDATA A NOVO MANDATO


Eleições autárquicas
PSD prepara listas de concorrentes às Juntas

O PSD Felgueiras deverá concluir até ao fim desta semana, os processos de candidaturas, com vista às próximas eleições autárquicas, num terço das freguesias do concelho.

Conforme nos disse o presidente da Concelhia social-democrata, João Sousa, até final de Fevereiro, outras tantas candidaturas a Juntas ficarão fechadas. Para Abril e Maio, ficam alguns casos que requerem, segundo aquele dirigente, «um tratamento especial».

É dado como certo que o PSD não vai convidar para as próximas eleições os actuais presidentes de Junta de Idães, Unhão e Revinhade. Por sua vez, é já também um dado adquirido que os presidentes de Vila Verde e Pedreira, não se vão recandidatar ao cargo, por razões pessoais.

João Sousa adiantou-nos ainda que este processo de preparação de listas nas freguesias tem, desta vez, algumas dificuldades acrescidas, mormente, por causa da Lei da Paridade, que obriga a que em cada três candidatos, um seja do sexo feminino ou masculino: «Esta imposição legal, leva-nos a ter que mudar os executivos nalgumas freguesias onde são formados apenas por homens», esclareceu.

Outra complicação, tem a ver com a limitação de mandatos, que no caso do PSD Felgueiras poderá inviabilizar que alguns eleitos voltem a concorrer, mas ao que sabemos, o seu número é muito reduzido.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

FALECEU O PADRE JOAQUIM OLIVEIRA – ANTIGO PÁROCO DE VARZIELA, RANDE E SERNANDE | FELGUEIRAS

Padre Joaquim de Oliveira Ribeiro

Segundo notícia tornada pública ao fim da tarde de domingo, 25 do corrente mês de Janeiro, faleceu o Padre Joaquim de Oliveira Ribeiro – o conhecido Padre Joaquim Oliveira, que durante muitos anos foi pároco de Varziela e, também durante algum tempo, esteve à frente das paróquias de Rande e Sernande, todas paróquias da área da actual Vila da Longra.

O Padre Oliveira, natural da freguesia de Várzea de Ovelha, concelho do Marco de Canavezes, nasceu a 22 de Junho de 1925. Teve percurso formativo que passou por Folhadela (Marco) e Seminários de Vilar e da Sé (Porto). Foi ordenado Presbítero em 01 de Agosto de 1948. Após a sua Ordenação, foi coadjutor em Santo Tirso e pároco de Sanche e Várzea, no concelho de Amarante, até que veio para Varziela-Felgueiras, em 1953.

Imagens (verso e reverso) da Medalha Comemorativa
do 50 º aniversário, em 1998, da ordenação sacerdotal do Padre Joaquim Oliveira

Durante a sua longa permanência nesta região foi, entretanto, também Administrador Paroquial de S. Tiago de Rande e S. João de Sernande entre 1973 (depois do falecimento do saudoso Padre João Ferreira da Silva) até 1980. Entretanto, durante curto espaço de tempo, foi ainda pároco de S. Cipriano da Refontoura.

Capa do livro alusivo das “Bodas de Ouro de Ministério Paroquial do Padre Joaquim de Oliveira”, publicado pela Paróquia de Varziela aquando da respectiva comemoração, em 2003, sobre a paroquialidade do mesmo pároco em Varziela desde 1953.

Enquanto pároco de S. Miguel de Varziela chegou a comemorar as suas Bodas de 0uro (de 50 anos) da Ordenação Sacerdotal (1948 /1998) e de Pároco de Varziela (1953 / 2003). Eventos de que se juntam imagens e recordações anexas.

O seu funeral vai realizar-se nesta próxima terça-feira, dia 27, com levantamento da igreja de Pedra Maria - Varziela às 10 H 00, indo a sepultar em Folhadela- Marco de Canavezes.

© ARMANDO PINTO

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

BISPO DO PORTO, D. MANUEL CLEMENTE VISITOU PARÓQUIA DA PEDREIRA | FELGUEIRAS


Bispo do Porto satisfeito com paróquias de Várzea e da Pedreira

Depois de três dias nas paróquias de Várzea e da Pedreira, o Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, fez um balanço positivo e salientou o empenho e trabalho realizado pelo pároco e pelas duas comunidades.

No sábado, presidiu à celebração da dedicação do altar da igreja da Pedreira, um momento presenciado por um igreja cheia de fiéis.

Na ocasião, D. Manuel Clemente salientou a importância da vivência cristã e a necessidade das pessoas perceberem a relevância de Deus, num mundo cada vez mais adverso.

Na celebração, que contou com ritos próprios, par além da dedicação, foram ainda crismados os jovens que terminaram o 10º ano da catequese no ano passado, numa celebração que ficará para a posteridade, como salientaram as pessoas que estiveram presentes na eucaristia.

Depois da celebração, o momento foi de confraternização, num jantar no salão paroquial, com mais de 250 pessoas presentes.


Aureliana Gomes

BISPO DO PORTO PRESIDIU À CERIMÓNIA DE DEDICAÇÃO E BÊNÇÃO DA IGREJA DE S. JORGE DE VÁRZEA | FELGUEIRAS


Dedicação da Igreja de Várzea encheu igreja

No domingo, o Bispo do Porto presidiu à cerimónia de dedicação e bênção da Igreja de S. Jorge de Várzea, que foi alvo de uma reestruturação profunda e que a tornou única no país.

Uma celebração cheia de simbolismo e emoção, quer por parte do padre Abílio que reforçou, com grande emoção, que se tratou "da obra mais importante em 25 anos", quer por parte dos paroquianos que não se cansaram de tecer elogios a uma obra que muito os orgulha.

Na cerimónia que durou cerca de duas horas e meia, foram ainda confirmados 28 jovens.

No final da celebração houve ainda tempo para o padre Abílio Barbosa agradecer a todos os que fizeram possível a concretização da obra, agradecendo aos paroquianos e também ao arquitecto Fernando Coelho e ao escultor Paulo Neves, presentes na missa.

Depois da cerimónia, foi tempo de confraternização, num almoço que juntou cerca de 270 pessoas, no salão paroquial de Várzea. O almoço serviu ainda para apresentar um documentário sobre a igreja, desde a sua construção, em 1970, até à grande revolução em 2008. Na tarde de domingo, houve ainda tempo para os discursos da presidente da câmara de Felgueiras e do presidente da junta de freguesia de Várzea.

Na sua intervenção, Fátima Felgueiras salientou o trabalho do pároco ao longo de 25 anos. "Temos de dar os parabéns à paróquia, mas principalmente ao padre Abílio que fez duas comunidades vivas e activas, sempre a trabalhar em prol de um objectivo comum", referiu.

As bodas de prata paroquiais terminaram com o cantar dos parabéns e a distribuição do bolo por todos os que se quiseram juntar á festa.

Aureliana Gomes

domingo, 18 de janeiro de 2009

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

"O NASCIMENTO DO SALVADOR", DO GRUPO DE TEATRO MACPIREMO, ENCHEU ONTEM A CASA DO POVO DA LONGRA | FELGUEIRAS

Para ver mais fotos clique sobre a imagem

Apesar de se tratar de um grupo amador, foram oferecidos aos espectadores cenários simples, mas muito bem conseguidos, acompanhados por músicas e interpretações instrumentais e vocais de bom nível, além dos trajes que reproduziam a época em que nasceu Jesus Cristo


Com casa cheia na Casa do Povo da Longra, o Grupo de Teatro MacPiremo apresentou ontem, com grande sucesso, o seu trabalho"O Nascimento do Salvador".

Ao longo de hora e meia, os jovens actores deste grupo das paróquias de Macieira da Lixa, Pinheiro, Moure e Refontoura proporcionaram um espectáculo muito bm conseguido.

Tratou-se de um espectáculo cénico-musical escrito pelo Padre André Ferreira (pároco das referidas freguesias) e Luís Carlos Silva, que relatou o maior acontecimento da história do mundo cristão, que foi o nascimento de Jesus Cristo, com base em passagens da Bíblia Sagrada.

Apesar de se tratar de um grupo amador, foram oferecidos aos espectadores cenários simples, mas muito bem conseguidos, acompanhados por músicas e interpretações instrumentais e vocais alegres e de bom nível, além dos trajes que reproduziam a época em que nasceu Jesus Cristo.

Face à qualidade das actuações e às mensagens de paz, amor e concórdia transmitidas, conseguiu-se na sala uma atmosfera muito agradável, não faltando os sucessivos aplausos dos espectadores para os jovens actores.

No final, o padre André agradeceu a todos os actores e demais pessoas que colaboraram neste trabalho, que foi apresentado durante a quadra natalícia nas quatro paróquias, terminando agora o ciclo de actuações da Longra.

O EXPRESSO DE FELGUEIRAS vai apresentar uma reportagem alargada sobre a matéria, com várias imagens, na edição em papel da próxima sexta-feira.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

BISPO DO PORTO, D. MANUEL CLEMENTE VAI ESTAR NAS FREGUESIAS DE S. JORGE DE VÁRZEA E DA PEDREIRA | FELGUEIRAS

O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, vai estar nas freguesias de S. Jorge de Várzea e da Pedreira, em Felgueiras, nos próximos dias 16, 17 e 18 de Janeiro.

A visita pastoral insere-se na comemoração das boas de prata paroquiais do Padre Abílio Barbosa.

Na ocasião, o responsável pela diocese do Porto deverá inaugurar o novo altar da igreja de Santa Marinha, na Pedreira, no sábado, pelas 16H30 e no domingo procederá à inaugura das obras de restauro da igreja matriz de Várzea.

IGREJA DE S. JORGE DE VÁRZEA INAUGURADA DIA 18 DE JANEIRO | FELGUEIRAS

Fotos retiradas do site Atelier de Arquitectura

Projecto arquitectónico único no país, inaugurado pelo Bispo do Porto


As obras de reabilitação da igreja paroquial de S. Jorge de Várzea, em Felgueiras, vão ser inauguradas, no dia 18 de Janeiro, pelo Bispo do Porto, D. Manuel Clemente.

Orçado em cerca de 150 mil euros, o projecto único no país, teve como objectivo transformar a igreja, num espaço mais apelativo, contemporâneo e acolhedor.

Os arquitectos Fernando Castro Coelho e Ana Fernandes procuraram não descorar o aspecto mais intimista da igreja e, tendo como ponto de partida "O monte como lugar da manifestação de Deus", elaboraram um projecto arrojado e diferente do habitual.

Depois da intervenção, a nova igreja ficou com a forma de um monte, para passar a ideia do local onde Jesus rezava. De resto, todo o projecto teve em conta as primícias da religião católica, nomeadamente no que diz respeito às entradas de luz, em forma de gotas de água, associadas à pureza da água utilizada no baptismo.

Para além da obra de reabilitação da igreja, o espaço contempla ainda um novo sacrário, um novo altar, pia baptismal e também um novo ambão, da autoria do escultor Paulo Neves.

A cerimónia de inauguração da igreja está marcada para domingo, dia 18 Janeiro, pelas 10h30.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

ENCONTRO DE CANTADORES DE REIS | DIA 16 NO EXTERIOR DA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE FELGUEIRAS


A 19ª edição do Encontro de Cantadores de Reis de Felgueiras está agendada para o próximo dia 16 no exterior da Biblioteca Municipal pelas 21h30. Vão participar os ranchos de:

Santa Maria de Pombeiro
S. Pedro de Torrados
Lavradeiras da Lixa
Macieira da Lixa
Passarias e Real
Pegadinhas do Ribeiral
Santo André de Friande
Santa Luzia de Airães
S. Martinho de Penacova
Varziela
Infantil e Juvenil do Bairro João Paulo II e Infantil

Juvenil da Casa do Povo da Longra

Preservar a tradição de cantar os Reis na sua forma mais genuína é o objectivo que preside a esta realização da Câmara Municipal.

domingo, 4 de janeiro de 2009

"NASCIMENTO DO SALVDOR" | 11 DE JANEIRO ÀS 15H00 NA CASA DO POVO DA LONGRA | FELGUEIRAS


Visite o site do Grupo de Teatro MacPiremo e fique a conhecer melhor este musical do Padre André Ferreira e Luís Carlos Silva.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

sábado, 27 de dezembro de 2008

REPORTAGEM | CASA DO POVO DA LONGRA É REFERÊNCIA INCONTRONÁVEL NA CULTURA DO CONCELHO


A associação felgueirense completa 70anos no próximo dia 26 de Abril


A Casa do Povo da Longra (C.P.L.) parece estar a viver momentos felizes.
Criada em 1939, sob os desígnios corporativistas do Estado Novo, a associação completa 70anos no próximo dia 26 de Abril. Sendo uma respeitada instituição – que ao longo de boa parte do século XX se destacou na acção cultural, desportiva, de assistência médica e de previdência social - , nos últimos anos as suas múltiplas iniciativas relançaram-se para lugar elevado a nível concelhio.

Ora em sintonia com as várias valências da Casa, ora também em colaboração com as entidades com as quais tem, protocolos, ao todo, são mais de cem colaboradores os que a associação conta regularmente: dois grupos de teatros, folclore, grupo de fados, duas escolas de dança, literatura, exposições, concertos, homenagens, debate de ideias, cicloturismo e, entre outros eventos, a colaboração com as Juntas de Rande, Pedreira e Sernande na realização do Carnaval da Longra, da trimestral Feira Popular e Tradicional e das comemorações da Vila. A meta seguinte da associação, já projectada, é a recuperação da vertente social. Mas afinal nem tudo são rosas…

Os actuais dirigentes – empossados há dois anos, cujo mandato é de três – queixam-se da falta de apoios oficiais; que Casa ainda não foi ressarcida pela cedência gratuita do terreno para a construção do Centro de Saúde, parcela que era da C.P.L. Por outro lado, elogiam a envolvência assídua dos mais de cem agentes culturais; só assim lhes é possível contornar dificuldades.

A nossa redacção quis conhecer os anseios e projectos desta Casa. Adão Inácio Coelho (A.I.C.) e Gonçalo Magalhães (G.M), presidentes da direcção e da AG, respectivamente, concederam-nos a presente entrevista.

Pelos vistos, tem sido positivo o balanço das actividades da Casa
AIC – é extremamente positivo. Propusemo-nos logo de início, a relançar a associação no panorama concelhio, na defesa e promoção dos costumes e tradições. Isso passou por uma reorganização de processos e da estrutura da associação, com critérios assentes no rigor e na disciplina organizacional. Os resultados são visíveis. Mas isso não invalida que queiramos mais e melhor.

Como foi feita essa reorganização de processos da estrutura da associação?
AIC – Melhorámos a imagem da Casa, que não era dignificada pelo aspecto do edifício. Como tal, refrescámos algumas divisões, ajustámos os espaços às necessidades; recuperámos o salão nobre; mudámos a localização e o aspecto de uma sala museológica; realizámos obras no bar; criámos uma biblioteca para mostrar um espólio bibliográfico que, até então, estava acondicionado em caixas. Instalámos internet com acesso gratuito; na sala de espectáculos, fizemos alterações, já que num passado recente, tinham feito modificações que atentavam contra a sua estética.

A casa rege-se por uma estrutura comum ou por secções?
AIC – até ao início do nosso mandato, vigorava um modelo de autogestão das várias valências baseado no seccionismo, em que ninguém assumia as despesas correntes, o que colocava em perigo a viabilidade financeira da Casa. Hoje, todas as valências (teatro, folclore, etc…) têm coordenação, apresentam suas propostas em reunião de órgãos sociais e as mesmas são aceites. Não cortámos as pernas a ninguém. Hoje, temos uma estrutura comum, com contabilidade e organização administrativa rigorosas.



Vocês têm apostado numa filosofia de parcerias…
GM – e tem sido muito importante! Baseia-se na entreajuda e solidariedade das partes, porque, sozinhos, não conseguiríamos fazer o que temos feito. Foi através do protocolo com a Associação José Afonso que conseguimos trazer à nossa Casa, a Felgueiras, artistas como por exemplo, Vitorino, Carlos Alberto Moniz, Manuel Freire, Francisco Fanhais, os “Couple-Coffee”, os “Erva de Cheiro”, os “Cantaremos Adriano”. Tudo a custos muito reduzidos. Os eventos de homenagem de Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira levaram o nome da Longra a todo o país, falados até na TV. Outro espectáculo de rara beleza foi a homenagem ao musicólogo Padre Luís Rodrigues, natural de Rande e destacado musicólogo português. Temos contado também com a colaboração da Academia de Dança de Felgueiras, o Conservatório de Música de Felgueiras, dos grupos de dança da professora Cristina Lopes, da Associação de Cicloturistas de Felgueiras (com sede na C.P.L), do Teatro PésnaLua, que ensaia e actua aqui. A organização, este ano, do III Encontro de Teatro – que contou com a colaboração do Teatro PésnaLua, do Grupo da Paróquia da Pedreira e das Escolas D.Manuel Faria e Sousa e Secundária de Felgueiras -, foi uma experiência gratificante, que mobilizou muita gente, especialmente as escolas envolvidas. Aderimos a Inatel e, por isso, temos beneficiado de algum apoio, inclusive a nível de cinema. Recentemente celebrámos um protocolo com a Associação de Naturais e Amigos de Chancungo, da Guiné, a favor da qual acabamos de lançar uma campanha de bens e equipamentos, destinados ás escolas daquela cidade.

Estão a falar, praticamente, de apoios logísticos. E os financeiros?
G.M – Financeiramente, só temos contado com pequenos apoios. O Ministério da Cultura comunicou-nos que em 2008 não nos daria subsidio, não por falta de mérito da Casa, mas pelas drásticas restrições do Governo. As Juntas de Rande, Sernande e Pedreira vão fazendo o que podem. A Câmara apenas subsidia a parte do folclore, no âmbito dos apoios generalizados oferecidos aos ranchos do concelho. E muito pouco, diga-se! Uma insignificância face à dimensão da obra feita. Esperávamos muito mais da autarquia. Estamos convictos que se estivéssemos em alguns concelhos vizinhos teríamos beneficiado muito mais. Quanto custaria toda esta actividade a uma empresa municipal? Muito naturalmente. Mas o nosso Orçamento ronda os 26 mil euros. Vamos contando com os patrocínios pontuais do sector empresarial. Sem desconsiderar outras empresas, não pudemos de deixar de referir a Caixa Agrícola.

Qual o vosso programa cultural para 2009?
AIC- Em traços gerais (porque ainda estamos a fazer diligencias) na linha do que vem sendo feito nos dois anos transactos. Vamos dar especial atenção as comemorações do 70º aniversário da Associação bem como ao 30º aniversário da morte do Padre Luís Rodrigues. Vamos manter o Encontro de Teatro, o Festival de folclore, sem esquecer as diversas festas que temos vindo a fazer, para alem do Carnaval, das feiras Tradicionais e da comemoração do 7º aniversário da Vila da Longra, iniciativas em parceria com as três Juntas.

Este é um património grande e valioso mas a precisar de obras…
GM- Sim. Esta casa precisa de obras infra-estruturais de fundo, mas tal não será possível sem a ajudas das entidades públicas e da própria população. Não pudemos almejar uma obra que resolva, de uma só vez, todas as necessidades do edifício. A prioridade irá para a melhoria do conforto das suas divisões, em especial da sala de espectáculos, bem como modernização dos equipamentos e meios técnicos da Casa, como a biblioteca, os camarins, sala para guardar instrumentos e guarda-roupa, etc. Entretanto vamos fazendo pequenas remodelações, sabe Deus com que sacrifício. A última intervenção de fundo foi a 40 anos.

No o terreno que a CPL cedeu para a construção do centro de saúde (inaugurado em 2004) não vos trouxe contrapartidas financeiras ou infra-estruturais?
GM- A Casa ainda não ganhou nada com isso, monetária ou materialmente. Houve um acordo de cedência, via Junta de Rande, no pressuposto de que existiria uma contrapartida: a construção, pela câmara, de um pavilhão gimnodesportivo, o qual ficaria sobe a administração da Casa do Povo. A ideia até podia ser interessante, mas certo é que, até hoje, o pavilhão nunca chegou a ser feito, e o terreno onde se previa a sua construção foi recentemente expropriado pelas “ Estradas de Portugal”, para a passagem da variante à EN207. Penso que, na altura, deveria ter sido melhor acautelado, preto no branco, as condições e os timings para a sua concretização.

Pensão ainda ser ressarcida por esta cedência?
GM – estamos convictos de que chegaremos a uma plataforma de entendimento. A autarquia não será insensível, até porque teve necessidade de adquirir, pagando, terrenos para a construção de outros equipamentos semelhantes, como foi o caso de Jugueiros, de Regilde, e creio, em Barrosas. Em Macieira da Lixa, a Câmara financiou as obras no edifício da nossa congénere de Marco de Simães, como contrapartida pela cedência do espaço destinado àquele Centro de Saúde. Certo é que, no nosso caso, o terreno ainda está registado em nome da Casa do Povo e, obviamente, no caso do Centro de Saúde. Por qualquer motivo, mudar para outro local, o equipamento terá de reverter a nosso favor. Torna-se premente que sejamos ressarcidos pela cedência do terreno, tanto mais que temos um projecto social para a Vila da Longra.

Podem-nos falar desse projecto?
GM – já fazemos parte da Rede Social de Felgueiras e já pedimos equiparação a IPSS, cujo despacho da Segurança Social deverá estar para breve. Foi pena que se deixasse caducar esse estatuto, que a Associação já possuiu, o que nos tem obrigado a um série de burocracias.
A Vila da Longra e as freguesias abrangidas estatutariamente – Rande, Pedreira, Sernande, Varziela, Lordelo e Unhão -, carecem de respostas sociais, não só a nível da 3ª idade como no apoio à população mais carenciada. A C.P.L é a entidade melhor posicionada para o efeito, até pela sua tradição de assistência social. Já se perdeu muito tempo sem que nada fosse feito. Certamente que as seis juntas de freguesia do perímetro geográfico da Longra não deixarão de comungar da mesma opinião e possamos fazer um grande equipamento social. A nossa concepção de apoio social é um pouco diferente do convencional. Pretendemos associar as nossas valências culturais a esse tipo de serviços. Queremos que as pessoas se sintam humanizadas, activas e úteis, depois de uma vida de trabalho porque alguns desvios lhes alteraram o trajecto normal das suas vidas



Joaquim Mendes – Grupo de Fados da Casa do Povo
“Com a saída de dois jovens promissores, ficamos cinco elementos. Precisamos de mais um elemento masculino e um segundo feminino. O pelouro da Cultura da Câmara devia apoiar mais quem trabalha a este nível. Esta Direcção recebe muito bem quem gosta de trabalhar; a casa tornou-se mais digna, mais limpa e mais atraente. É a alma da cultura do concelho, mercê do trabalho intenso dos seus dirigentes e colaboradores em regime voluntário.”


Eugénia Guimarães e Hélder Pinto – Rancho Folclórico e Infantil e grupo de Cavaquinhos
“2008 foi o ano de grande actividade etnográfica nesta Casa. Fomos a muitas partes do país e uma ao estrangeiro, cumprindo, assim, o calendário de convites e permutas de festivais de folclore. Somos mais de 50 elementos (35 infanto-juvenis e 15 adultos). Precisamos de renovar o guarda-roupa, mas isso implicaria um orçamento muito caro.”


Jorge Sousa – Grupo de teatro
“o nosso trabalho tem sido do agrado das pessoas. Somos 16 elementos. Precisamos de mais. Apelo a todos que estejam interessados, da vila ou não, que se inscrevam neste grupo. Temos feito uma peça por ano e participado em outros eventos da Casa; se tivéssemos mais pessoas poderíamos alargar os projectos de cariz teatral.


Cristina Rodrigues – Teatro PésnaLua
“o protocolo assinado entra a CPL e o PésnaLua tem como objectivo principal fomentar a participação da população na actualidade artística. Através do teatro, o nosso maior desafio centra-se no desenvolvimento da utilização do palco como um espaço de potenciação da vida”


Carlos Martins – Associação de Cicloturistas de Felgueiras
“Nós, os “cicloturistas”, encontrámos, há três anos, nesta Casa, um espaço para a nossa sede, graciosamente, numa altura em que mais ninguém o cedeu em Felgueiras. Portanto, este é um protocolo com gente de bem. Neste momento, estamos a precisar de uma carrinha nova, para transportar os atletas (somos 20), mas não temos os 20 mil euros necessários. A que temos está a cair de podre”


Cristina Lopes – Grupo de dança da Longra e Barrosas
“Temos um protocolo com esta Casa para ensaios e actuações. Temos cerca de 40 elementos, repartidos pelo hip-hop, dança do ventre, danças de salão, aeróbica e pilates. Temos enchido a casa de assistência, em sequência do bom entendimento entre este grupo e a Direcção da Casa, que acolhe maravilhosamente as pessoas.”


Fonte - Expresso de Felgueiras

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

ASSOCIAÇÃO DA CASA DO POVO LONGRA PROMOVEU FESTA DE NATAL


Decorreu no passado dia 19 de Dezembro, a festa de Natal da Associação Casa do Povo da Longra, uma festa pensada especialmente para as crianças. Esta festa contou com:

· Música tradicional; interpretada pelo Rancho de Folclore, Grupo de Cavaquinhos e por fim o Grupo de Fados;
· Dança, com a actuação dos grupos de dança hip-hop.
· Teatro, levado a palco pelo grupo de teatro da CPL.

Pelo meio foi contado um conto pelo “primo do pai natal” (como o próprio fez referência). Este bem tentou animar os mais novos mas… estes queriam mesmo era o Pai Natal.

Como não poderia deixar de ser, para encerrar a noite em grande (e que o digam os mais pequeninos) chega o Pai Natal carregado de prendinhas para distribuir por todas as crianças presentes.

É de notar, que esta festa foi toda ela levada a palco com o trabalho dos grupos da Casa.